sábado, 25 de agosto de 2012
Bendita chuva que embeleza ainda mais o nosso jardim
Na vida urbana, a chuva parece que só atrapalha; é o trânsito mais engarrafado do que o normal, são as poças d'água no passeio público. E quer pior que um guarda-chuva pingando no seu pescoço dentro de um ônibus lotado? Mas a chuva é indispensável para a vida de todos nós. Bendito sábado de chuva que embelezou ainda mais o jardim da minha casa. Confira algumas imagens:
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Vamos cuidar do nosso planeta
Nos próximos dias estará circulando mais uma edção do Caderno "Vamos cuidar do nosso planeta", do Jornal O Diário da Encosta da Serra. Buscando sensibilizar nossas comunidades para a necessidade de cuidarmos do meio ambiente, nesta quarta edição seguimos apoiando as ações das escolas da região. É um jornalzinho interno que surge aqui, um projeto de captação de água da chuva ali, e aos poucos essas ações vão se somando e servindo de exemplo para toda a sociedade.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Meios de Comunicação são tema de estudo no IEI
As turmas
do 3º ano, das professoras Gesica Dorfey e Ilane, no IEI – Instituto de
Educação Ivoti, estão estudando os meios de comunicação. Nesta
quinta-feira, estive representando o
Jornal O Diário na escola para uma conversa sobre a atividade.
Mostrando interesse e curiosidade, as crianças acompanharam a explanação
e questionaram sobre o Jornal O Diário e outras questões
relativas do assunto.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
“Bota ponta, Fernandão”
Lá no início da década de 1980, o humorista Jô Soares tinha
um quadro em seu programa semanal onde cobrava do então técnico da Seleção
Brasileira, Telê Santana, a falta de ponteiros na sua equipe. E o comandante
brasileiro tinha bons motivos para povoar seu meio de campo, pois contava com
craques como Toninho Cerezo, Paulo Roberto Falcão, Sócrates, Zico e Batista.
Todos eram craques, inclusive o Batista, único reserva dentre os citados. E o “Gordo”
não poupava, pedindo: “Bota ponta, Telê!”.
Hoje, na linguagem do futebol não se usa mais o termo
ponteiro, porém dentro de campo a situação é a mesma. Você pode ter onze
craques, mas não dá para jogar sem atacantes. E o que dizer se você tem apenas
jogadores “normais” e teima em jogar com o setor defensivo povoado demais. É o
que eu tenho visto acontecer com o Inter. E não me iludo: jogando com dois
veteranos na zaga e mais três volantes, podemos até não perder, mas não ganhamos
de ninguém. Um time que depende das chegadas do Elton e do Guiñazu para criar
jogadas de ataque não pode dar certo. E não estou dizendo que eles não servem
para o time do Inter. Digo que não dá para escalar os dois e mais o Ygor, que
também é volante. Futebol se faz com aplicação, união do grupo e explosão
(leia-se criatividade, arrogância, objetividade). O Inter do Fernandão tem
mostrado aplicação, tem mostrado união, mas continua sem criatividade, como nos
tempos do Dorival. Perdemos apenas dois jogos no Brasileirão e temos tudo para
encerrar o primeiro turno assim, mas é preciso mais que três empates (contra
Corinthians, Portuguesa e Grêmio) para entrar no G4 ainda no primeiro turno.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Cadê a estrada que estava aqui? Os políticos levaram
No dia 3 de outubro do ano passado, o secretário de
Infraestrutura e Logística do Estado e uma comitiva de deputados de vários
partidos estiveram na localidade de Arroio Bonito, em São José do Hortêncio
para anunciar a retomada das obras de pavimentação da estrada Hortêncio/São
Sebastião do Caí. Eu escrevia, na ocasião, parecer que desta vez a obra sairia
do papel, pois anos atrás os moradores da região foram iludidos com a promessa do
fim da poeira e do barro. Até o maquinário foi para lá, mas asfalto que é bom,
nada. Dizia, também, que muitos moradores estavam incrédulos, pois era a
terceira vez que lhes prometiam a obra. E eu encerrava o comentário relatando que
no momento da assinatura da autorização do início dos trabalhos, o vento quase
levou o documento e não faltou quem interpretasse o fato como um presságio.
Pois nesta quinta-feira, dez meses depois daquela
cerimônia, voltei a Arroio Bonito e cheguei à triste conclusão de que teria
sido melhor se o vento tivesse “roubado” o documento e a obra não fosse recomeçado.
O que fizeram, principalmente, com os moradores de Arroio Bonito é algo que só
indo lá para ver. Antes, como todas as estradas de chão da região, aquela via
era bem conservada. O barro e a poeira incomodavam, mas dava para transitar com
tranquilidade. Hoje, o barro e a poeira continuam atormentando e a estrada (se
é que dá para chamar aquilo de estrada) é algo que não dá para definir. Fizeram
uma base para colocar o asfalto, com pedras tipo aquelas usadas para calçamento
irregular e não dá nem para passar uma patrola para ajeitar a pista. Lamentável
o descaso com uma comunidade que trabalha de sol a sol para produzir a riqueza
da região e para pagar os salários daqueles que lá estiveram prometendo o que
não cumpririam.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Exemplo de escola em Presidente Lucena
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