sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Exemplo de escola em Presidente Lucena
Em Linha Nova Baixa, Presidente Lucena, a Escola Felipe Ody dá exemplo de respeito e cuidado com o meio ambiente.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Paixão Colorada - Peças de reposição
Quando o Inter foi eliminado precocemente da Copa
Libertadores, imaginei, como a grande maioria dos colorados, que este ano
brigaríamos pelo título do Brasileirão. Era razoável que se pensasse assim, afinal,
enquanto adversários qualificados, como Corinthians e Santos seguiam na
competição continental, Palmeiras, Grêmio e outros brigavam pela Copa do
Brasil, tínhamos apenas a competição nacional para nos preocupar. Agora, quando
nos encaminhamos para o final do primeiro turno, com nove pontos atrás do
líder, começo a sentir que uma vaga à Libertadores 2013 já seria um bom
negócio.
O Inter reagiu, como não poderia deixar de fazê-lo, com o
ingresso do Fernandão no comando técnico, mas a ausência do Oscar, agora
definitiva, deixa o time sem criatividade e sou obrigado a dizer que não me
iludo. Dificilmente conseguiremos nos manter na sexta posição ao término da 14ª
rodada, no final de semana. E mesmo quando tivermos o retorno do Leandro
Damião, que está servindo a Seleção, e com o Forlán bem entrosado, faltará um
substituto para o Oscar, até por que está muito evidente que não podemos contar
com o D’Alessandro que sai de uma lesão e entra numa suspensão e vice-versa.
Obviamente, torcedor é passional. Tivessem o Forlán e o Jajá
marcado os gols perdidos, sábado contra o Vasco, talvez o discurso hoje fosse
outro, como mudou lá na Azenha depois da “esfrega” no Couto Pereira. Sabe-se
que dor de barriga não dá uma vez só, logo, é preciso ter peças de reposição,
não se pode contar sempre com Elano e Oscar.
domingo, 29 de julho de 2012
Imagens de um domingo de inverno
Um domingo de inverno, mesmo sem sol, também tem saus particularidades e belezas, depende de que ângulo o vimos.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
Homenagem pelo Dia do Colono
Nesta quarta-feira, 25 de julho, comemora-se o Dia do Colono e vai aqui minha singela homenagem a todos aqueles que, desde o tempo dos primeiros imigrantes, labutaram e labutam para garantir o sustento e o progresso de toda nossa região. Na foto, Samuel, Selma Naiara, Cairo e eu, no início da década de 2000.
Paixão Colorada: divisor de águas
Fadado aos grandes feitos futebolísticos, o Inter inaugurou
no domingo, 23 de julho de 2012, uma nova fase do futebol brasileiro. A estreia
de Fernandão como técnico de futebol marcará uma nova mentalidade de dirigentes
dos grandes clubes do país que passarão a investir em projetos a longo prazo e,
consequentemente, os treinadores não serão mais descartáveis a cada três ou
quatro jogos com resultados negativos. O Inter, que já tem sido modelo em
tantas iniciativas, agora será vanguarda em mais uma.
Anotem aí em suas agendas, desportistas da região, o nosso glorioso Colorado tem técnico para os próximos dez, talvez 15 anos. E a menos que a Europa se recupere rápido da crise financeira que por lá se abate, o Fernandão, que já mostrou que tem estrela e nasceu para ser um vencedor, permanecerá no Beira-Rio e formará uma grande equipe. Tremei, ó tricolores, lembrando que Fernandão sempre lhes tirou o sono, veio para marcar o gol mil em Gre-Nais, terminou com a vossa alegria de ser o único gaúcho campeão do mundo e levantou a taça contra o todo poderoso Barcelona, no auge da carreira do Ronaldinho.
Talvez não sejamos campeões do Brasileirão neste ano e eu
até torço para que aquele time que se transferirá para o aterro da Humaitá
chegue lá, pois depois disso vai demorar para eles conseguirem um título. Serão
tantas dívidas para pagar que não será possível renovar o plantel e o Zé, com a
idade que está, certamente não suportará dois invernos aqui no Sul. Com o carisma
que tem e a competência e inteligência demostradas esses anos todos, Fernandão
levará o Inter ao tri da Libertadores e ao bi mundial em 2013. Ah! E vamos
vencer o primeiro Gauchão decidido na Arena. Continuaremos formando e
exportando para todo o mundo garotos como o Oscar, Fred e outros. Quem viver
verá!
Claro que o trabalho é árduo e passa por convencer o
D’Alessandro que futebol se joga com os pés, não com a língua. É preciso,
também, arrumar a defesa e, quem sabe, convencer o Bolívar a encaminhar sua
aposentadoria. Mais urgente, é preciso bater o desesperado Figueirense no meio
da semana, fora de casa. Engana-se quem acha que é fácil vencer os times da
ponta de baixo da tabela de classificação, melhor é jogar no Rio de Janeiro,
diante de um adversário cheio de pompas, com estreia de grande nome.
Sonhar é tão bom! Pena que Selma Naiara, a mãe dos meus
filhos, me cutucou na manhã desta segunda-feira, acordei e tive de saltar da
cama para voltar a minha dura realidade. Vencemos o lanterna, com um treinador
que é apenas mais uma aposta da sempre duvidosa direção colorada. Mas sonhar é
preciso e assim como eles acham que descobriam a América com o Zé Roberto e o
Elano, nós também podemos ser felizes com o Fernandão no comando técnico. Antes
ele do que o Roth.
Agora, bem acordado e com os pés no chão, acredito na
estrela do Fernandão e aposto em uma reação no Brasileirão. Quando entrarem no
time, o Forlan e o Juan, e se recuperarmos o D’Ale, poderemos ter um time em
condições de brigar, pelo menos, por uma vaga na Libertadores 2013.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Paixão Colorada: saudosista, sim senhor
Lembro-me do Inter do início da década de 1970, Estádio
Beira-Rio recém inaugurado, sonhávamos com um time que encarasse de igual para
igual os grandes do eixo Rio-São Paulo.
O clube foi montando uma equipe consistente, vieram de fora um grande
goleiro (Manga), o melhor zagueiro da América (Figueiroa), um volante que
impunha respeito (Carbone), mais um centroavante goleador (Dario - Dadá
Maravilha). Logo foram surgindo pratas da casa (como Valdomiro, Falcão, Batista
e Mauro Galvão) que se somaram a esses e qualificaram ainda mais o time e o
plantel. E o esforço dos dirigentes colorados culminou com as conquistas do
Brasileirão em 1975, o bi em 76 e o tri em 1979.
Balcão de negócios
Temos de admitir que os tempos são outros, mas ninguém me
tira da cabeça que hoje os interesses também são outros. Sabe-se que atualmente
o assédio do futebol europeu e asiático é grande (já foi até maior) e que se
torna difícil segurar bons jogadores por muito tempo. Porém, as negociações
feitas pelo Inter não me convencem. Elas acontecem apenas para atender
interesses financeiros dos empresários donos dos passes dos atletas. E os
torcedores acabam se iludindo e dando atenção apenas aos nomes que estão
chegando e não prestam atenção nos que estão indo embora.
Oscar por Ganso?
Um ano atrás, trocar Oscar por Ganso seria seis por meia
dúzia. Hoje é prejuízo na certa. E mais. Jogador que fica uma temporada só no
clube, no máximo duas, não estabelece vínculo, não encarna o espírito do time.
Quando o Oscar começa a render, a direção o deixa sair para encher os cofres. O
torcedor quer time, não extrato bancário.
Instabilidade
A instabilidade do time do Inter é preocupante e o problema
não é perder em casa para o Botafogo, ou ganhar do Cruzeiro, também em casa, com
as calças na mão. O que incomoda é a falta de uma postura de time grande, dentro
de campo. A direção gosta tanto de usar a expressão “Campeão de Tudo”, mas não
mostra indignação ao ver a equipe acuada em pleno Beira-Rio.
Sem consolo
O consolo de que o clube da Azenha também ainda não se
firmou na temporada, não me serve. Se temos jogadores de qualidade, e todos
admitem isso, temos de ter uma equipe, igualmente, com qualidade. Achar que
está bom porque chegou o Forlán e por que eles se ferraram, é muito pouco.
Lembram que tudo se resolveria quando repatriamos o Rafael Sobis e quando
trouxemos o Bolatti? Deu em nada. O Sobis não resolveu; o Bolatti está aí,
entrando no time aos 45 do segundo tempo. E quanto foi investido nesses dois?
Será que o Forlán vai resolver nossos problemas de defesa? E por que não trazer
um zagueiro que realmente resolva?
Futebol, que nada
Eu não poderia encerrar a coluna sem falar algo
sério. Não sei se o leitor se deu conta, mas metade dos gaúchos que gostam de
esportes (talvez até um pouco mais, admito), na segunda-feira, só falou da luta
do Anderson Silva. Tá certo que ele deu uma surra no seu oponente, mas daí
esquecer o futebol, é dose. Aliás, surra por surra... essa meninada da Vila
precisa de um corretivo. Deixa estar, domingo, mesmo sem nossos “olímpicos”,
haveremos de vingar a honra do co-irmão. Ah! Espero, também, que o Cruzeiro se
reabilite no final de semana.
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