quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Dia de Ação de Graças


Hoje é Dia de Ação de Graças, uma tradição que se iniciou nos Estados Unidos no início do século XVII. Mas o dar graças a Deus é bem mais antigo.  O salmista já dizia: “Bom é render graças ao Senhor” (Sl 92.1).

Nesse Dia Nacional de Ação de Graças, agradeço por muitas coisas boas que aconteceram na minha vida e também por algumas que podem parecer não tão boas assim. Sou grato pela vida dos meus filhos e pelo meu relacionamento com a mãe deles. Agradeço pelo meu retorno, ainda que tardio, à vida acadêmica (Sempre é tempo de aprender.).

Obviamente, eu não esqueço os velhos amigos, aqueles que não vejo há muito tempo, aqueles que vejo com frequência. Igualmente agradeço pelos novos amigos: os da universidade, os ocasionais e, obviamente, os virtuais que rompem a barreira da distância e estão sempre aqui (Basta um clic e eles aparecem.).

Mas nesse Dia Nacional de Ação de Graças também sou grato por estar, mais uma vez, desempregado. Sim, sem trabalho! E essa afirmação não é nenhuma ironia, é a mais pura verdade. O estar desempregado me força a traçar novos planos, rever conceitos, sair do comodismo .

Ao encerrar meu ciclo no Jornal O Diário da Encosta da Serra, percebo que sempre é tempo de recomeçar. Sou grato pelo aprendizado ao longo dos quase oito anos que lá atuei, grato pelos amigos que lá estou deixando e grato por que tenho mais essa boa referência em meu currículo.

E você? Pensa que não tem nada para agradecer?
Pare um instante, faça uma analise da sua vida. Aquilo que você está chamando de desgraça pode se transformar em oportunidade para retomar sua caminhada.

Como diria uma amiga muito querida: “Dê um F5 na sua vida.” Assim, bem antes do próximo Dia de Ação de Graças você terá motivos para render graças a Deus.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Descaso com a BR-116

Mais um acidente aconteceu na manhã desta quarta-feira, 23 de novembro, na BR 116, próximo a entrada de Ivoti. Esse trecho da estrada mostra bem o descaso das autoridades com aqueles que as sustentam. A duplicação da 116, no mínimo entre Novo Hamburgo e Dois Irmãos, deveria estar entre as prioridades de nossos governantes. Infelizmente, nada é feito e, dia após dia, convivemos com os congestionamentos e, o que é pior, acidente fatais.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Ainda haverá tempo?

Foram tantas as interrupções e desistências, mas os sonhos mais importantes continuam latentes. Alguns projetos foram interrompidos ou abortados por causas nobres, outros por motivos banais.
Nesse apagar das luzes de 2011, quando muitos fazem o balanço de mais um ano, eu me encontro aqui avaliando toda a minha trajetória.
Não fosse pela vontade que tenho de retomar todos os meus principais projetos e pela experiência que acumulei ao longo desses anos, eu me sentiria frustrado. Prefiro não ficar me perguntando se ainda haverá tempo. Não importa por quanto tempo posso desenvolver alguma atividade, mas sim com que intensidade e com que qualidade a praticarei.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Oficina do Correio do Povo vai deixar saudades


Na manhã deste sábado, 12 de novembro, às 10 horas, acontece a solenidade de encerramento das Oficinas de Jornalismo em TV, Rádio, Impresso e On-line realizadas pelo Grupo Record-RS durante a 57 Feira do Livro de Porto Alegre. Foram selecionados 12 estudantes de jornalismo para cada oficina. Os encontros para momentos teóricos e também práticos ocorreram desde segunda-feira, dia 7, com práticas em produção, reportagem e edição, além de encontros com os profissionais do Grupo Record.
Tive o privilégio, como acadêmico de Jornalismo da Universidade Feevale, de participar da oficina de Impresso e On-line. Tenho a certeza de que todo o grupo está “indo embora” maravilhado com a acolhida que tivemos no Correio do Povo. A Oficina, com certeza, não será esquecida por nenhum dos participantes.


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Oficina de Jornalismo do Correio do Povo

Está chegando ao fim a Oficina de Jornalismo do Correio do Povo. Uma ótima experiência e oportunidade de aprendizado. Desde segunda-feira, dia 7, convivemos com profissionais da primeira linha do jornalismo gaúcho. Além da orientação de Marcos Santuario e Ana Rita Marini, nosso grupo recebeu dicas da chefe de reportagem, Luciamem Winck; do editor responsável pelo Correio do Povo On-line, Márcio Gomes; e do editor de fotografia do Correio do Povo, Ricardo Giusti.

Nasci jornalista, tenho certeza!

Postado no Blog Oficina de Jornalismo do Correio do Povo em 10 de novembro de 2011
Polícia é a editoria preferida de Lu
Seguindo o ciclo de conversas com os jornalistas do Correio do Povo (CP), durante a Oficina de Jornalismo, a tarde de quinta-feira foi com a chefe de reportagem Luciamem Winck. Durante duas horas, ela contou fatos de sua trajetória profissional.
Com 25 anos de profissão, Luciamem atua há 18 anos no CP. O início de sua carreira foi na editoria de Polícia. Ela lembrou detalhes de uma época em que não havia facilidades como o telefone celular, a câmera digital, internet - “era uma cobertura diferente do que é hoje”. Atualmente, segundo a jornalista, existe muito o “Ctrl+C e Ctrl+V”.
A chefe de reportagem relatou para os estudantes algumas grandes coberturas que teve a oportunidade de vivenciar, como, por exemplo, sua primeira tarefa como repórter, quando foi designada para fazer a matéria de um homicídio, mas no caminho acabou encontrando presos em fuga e decidiu, por conta própria, mudar sua pauta. A matéria, lembra Luciamem, rendeu a capa do jornal, mesmo após algumas broncas da chefia.
Entre tantas coberturas jornalísticas, ela destacou sua viagem à China, em 2001, na comitiva do então governador do Estado Olívio Dutra; uma entrevista com o assaltante Cláudio Adriano Ribeiro, o Papagaio, publicada no CP, a qual considerou sua melhor reportagem recente. Luciamem lembrou de todas com muito carinho e o esforço de fazer reconhecer seu valor dentro da redação. “Quando comecei, não tinha mulher na editoria de polícia. Precisei mostrar que eu tinha condições de entrar naquele meio”, relatou.
“Jornalista é idealizador”
Luciamem pensava que poderia mudar o mundo, contou, confessando-se um pouco  frustrada após reportar tantos problemas do dia a dia da comunidade e que muitas vezes seguem sem solução.
Hoje na chefia de redação do CP, diz que sente falta, nos principiantes, do verdadeiro gosto pelo jornalismo, pela pauta e a emoção da profissão. “Eu nasci jornalista, tenho certeza!”, revela. Com este sentimento, prossegue a oficina de jornalismo do CP até dia 12, quando será publicado um caderno especial com a produção textual dos participantes, que será distribuído na Feira do Livro.

A experiência de Lu, uma aula e tanto
Por Augusto Pinz
Fotos: Carolina Luz

Estudantes de vários municípios visitam a Feira

Postado no Blog Oficina de Jornalismo do Correio do Povo em 8 de novembro de 2011

A Feira do Livro de Porto Alegre é uma excelente oportunidade para as escolas, não apenas da Capital, mostrar aos seus alunos o encanto e a magia da literatura. Diariamente, grupos de estudantes de todo o Estado têm visitado o evento, como foi o caso dos alunos da 8ª série e Ensino Médio da Escola Educar-se, de Santa Cruz do Sul, que conheceram o espaço nesta terça-feira (8).

Grupo de alunos de Santa Cruz do Sul prestigiou a Feira
A professora de Literatura Sônia Maria da Luz, uma das responsáveis pelos alunos da Educar-se, conta que a escola procura trazer os estudantes todos os anos à Feira e considera este um momento ímpar de aprendizagem, onde os alunos podem se movimentar com tranquilidade, fazendo suas próprias descobertas.
 Texto e fotos: Fernando da Silva Santos